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ABCD - SP
(11) 6672- 5833 |
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PORTO ALEGRE-RS
(51)3311-6689 |
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ITAJAI -SC
(47)3398-3802 |
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MATRIZ- JUNDIAI-SP
11-4521-4090 |
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SP-CAPITAL
(11) 3711- 7637 |
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CURITIBA-PR
41-3308-5788 |
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BAURU-SP
14-8132-4141 |
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21
Jan
2010
PROJETO PORTUGAL PARA VENDEDORES
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19
Jan
2010
ÓTIMA VAGA DE BABYSITTER NA ESPANHA
Oi, tudo bem? Necessito de uma pessoa responsavel com mais de 30 anos, que queira vir a Españaa viver com uma ótima familia, o salario inicial seria de 400 euros e se a pessoa corresponder com a expectativa 600€. O trabalho é o básico, limpar, cuidar das crianças, tera tempo libre. Um quarto, com internet etc... podera ir a escola...a familia paga... etc... eu preferia e dou oportunidade a uma pessoa humilde, que precise e que realmente queria trabalhar, pois, essas sao as pessoas valoram as oportunidades. Como a España esta em crise nao seiu se sera possível, mas podemos tentar trazer essa pessoa com toda a documentaçao certinha. Seria uma ótima oportunidade... Por favor, se vc tiver alguém que preencha os requisitos que busco entre em contato comigo. Obrigado
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6
Jul
2009
Bem Vindo ao Site da MBrazil

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6
Jan
2010
PROJETO IRLANDA- Ideal para CASAIS ..
Tipos de trabalhos possíveis - Bar , Restaurante, Hotel , Moto-Boy , Construção ,Babysitter e afins . outra coisa vc ganha uma carteirinha de estudante isso é um carteira emitida pela guarda DA IRLANDA e vc viaja com ela tranquilamente por toda a EUROPA
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1
Set
2009
Emirados Árabes viram destino de brasileiros em busca de trabalho
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O sonho de fazer carreira e garantir um bom pé-de-meia fora do Brasil está se estendendo a um destino pouco convencional. Com 261 vagas abertas nos setores petrolífero, hoteleiro e de construção civil, os Emirados Árabes Unidos, país muçulmano localizado no Oriente Médio, têm atraído cada vez mais brasileiros, interessados nas oportunidades de trabalho na terra dos xeques. Famoso pelas ilhas em forma de palmeiras e de globo terrestre, o país oferece vagas com salários que podem chegar a US$ 3 mil por mês. Além de visto de trabalho válido por dois anos, os selecionados ainda recebem moradia e alimentação, tudo pago pelo empregador.
Apesar de a crise econômica ter atingido a região, principalmente com o cancelamento de US$ 580 bilhões em investimentos no setor imobiliário, Marcelo Toledo, diretor-geral da M/Brasil Intercâmbios, empresa responsável pela seleção de brasileiros, acredita que o setor de turismo não será afetado. “Somente este ano mais de 4 mil pessoas já foram empregadas no setor. Não acredito que esse mercado vá sofrer porque o turismo na região chega a crescer a taxas de 20% ao ano”, avalia. Os currículos recebidos pela M/Brasil passam por uma triagem e são direcionados aos empregadores. “Eles avaliam e entram em contato com a pessoa para entrevista em inglês. Se o candidato for aprovado, o contratante já dá entrada no visto de trabalho lá mesmo nos Emirados Árabes”, explica Toledo.
Em alguns cargos, a experiência é fundamental, mas, para todos eles, o que mais pesa é o inglês. “Quem não tem um bom domínio do inglês acaba ficando com os piores cargos e com salários baixos. Se falar árabe, as portas se abrem ainda mais. Lá não trabalhamos em subemprego, como ocorre nos Estados Unidos e Europa. São cargos qualificados”, explica a advogada Fabiana Freitas Rezende, de 35 anos, que trabalhou dois anos na cidade mais populosa dos Emirados Árabes, Dubai, como assistente administrativo de marketing. Nos três meses que ficou no Brasil, recebeu propostas de quatro empresas para voltar a trabalhar no país e não perdeu a oportunidade de sair de Uberaba, no Triângulo Mineiro. “Já estou voltando para trabalhar como assistente de marketing na butique do Roberto Cavalli e a minha intenção é não voltar mais para o Brasil”, afirma.
A administradora de empresas Joara Fernandes Pinto, 29 anos, de Rondonópolis (MT), também não vê a hora de voltar para a cidade que considera a Nova York do Oriente Médio. “Trabalhei como comissária de bordo e assistente de gerente de projeto em uma construção em Dubai e ganhava um salário correspondente a R$ 5 mil, que dá pra viver muito bem no país, já que as coisas lá são muito baratas. Vivia num padrão muito melhor do que vivo hoje no Brasil”, garante. Joara explica que a mão-de-obra é paga de acordo com a nacionalidade, que varia entre indianos, que ganham menos, latinos e europeus. “Os britânicos eram os que ganhavam mais, mas sabendo inglês fluentemente, é possível conseguir ótimos empregos com boa remuneração”, garante.
A falta de qualificação tem gerado dificuldades para preenchimento das vagas. “Estamos precisando até de banda brasileira para tocar lá e especialistas em raios X, mas é difícil conseguir. A vaga de sushiman está sendo anunciada há meses, mas nada de candidatos à altura”, afirma Toledo. Por causa do inglês intermediário, Angelyque Lins, de 33 anos, de Florianópolis (SC),conseguiu trabalho somente como garçonete. Desiludida com o salário, ela voltou mais cedo para o Brasil. “Para conseguir um salário melhor é fundamental investir no inglês. Tenho vontade de voltar, mas para um cargo melhor e salários maiores”, explica. | |
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28
Jan
2010
fazendas na EUROPA c/ VISTO
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1
Set
2009
MATÉRIA SOBRE A M/BRAZIL INTERCÂMBIOS NA REVISTA VEJA
Quem está na faixa dos 30 anos, é solteiro, ainda não engrenou carreira, transita na área de turismo e hotelaria e nunca assistiu à novela Caminho das Índias talvez não saiba, mas existe um nicho no mercado de trabalho cheinho de vagas. Vantagens: dá casa, comida e bom salário. Desvantagem: fica a 12 000 quilômetros de distância em local de usos e costumes que são em tudo o oposto dos brasileiros. Em Dubai e Abu Dhabi, dois integrantes dos Emirados Árabes Unidos, hotéis e restaurantes buscam brasileiros e brasileiras para trabalhar em funções de recepcionista, garçom, sommelier, músico de samba e segurança. Em troca, oferecem salário de 1 000 a 2 000 dólares (que podem dobrar com as gorjetas), plano de saúde, moradia em apartamento mobiliado, com aluguel, água e luz, condução fretada e todas as refeições no local de trabalho. Desde 2007, pelo menos 100 brasileiros foram contratados por hotéis de Dubai (o total de brasileiros nos Emirados chega a 718) e existem mais 400 vagas abertas a interessados. Por que buscar mão de obra tão longe? Os Emirados, ricos em petróleo e pobres em gente, e menos ainda da categoria disposta a dar duro, são coalhados de estrangeiros. Em Dubai, 90% da população é formada por pessoas de outros países. São elas que fazem tudo, numa conhecida divisão de trabalho: os cargos de gerência e administração são ocupados por europeus, principalmente ingleses; os operários da enorme indústria da construção civil vêm de todos os países mais pobres da Ásia (assim como os motoristas de táxi são paquistaneses e as prostitutas, russas de ex-repúblicas soviéticas). Os brasileiros se encaixam num patamar médio do setor de serviços hoteleiros por serem considerados simpáticos, sorridentes e pouco dispostos a arranjar confusão. "O maior apelo do brasileiro é ser amigável. Nos hotéis em Dubai, os hóspedes são chamados pelo nome. O jeito risonho e amável do brasileiro se encaixa bem. Além disso, ainda aceitamos salários que não são altíssimos", explica Marcelo Toledo, diretor de uma agência de empregos que se especializou em levar brasileiros para Dubai.
"No que se refere a trabalho, aqui é o topo do mundo. Estamos a serviço do que há de mais luxuoso no planeta e de certa forma também desfrutamos esse conforto", diz a paulistana Cristina Piereck, 33 anos, que trabalhou como sommelière durante onze meses em um hotel de Dubai e se transferiu para um restaurante no vizinho emirado de Abu Dhabi. A contrapartida é ter de se adaptar aos costumes ultraconservadores e à alta tensão cultural num ambiente em que, nos extremos, estrangeiros consideram os locais preguiçosos e atrasados e são por estes considerados aproveitadores depravados. "As leis são duríssimas. Quase tudo é proibido. Beijo em público não pode. Beber fora dos hotéis também não", conta Cristina. Consumidora de bebidas até por profissão, ela precisou conseguir uma carteirinha, com chip-limite de 150 dólares por mês, para beber fora do horário de trabalho. "Como uma cerveja custa 8 dólares, meu consumo é bem pequeno", relata. Tudo fica ainda mais difícil no Ramadã, período de um mês em que o mundo islâmico se dedica às orações e ao jejum durante o dia: "Nós não podemos comer nem beber água na frente de ninguém". Toledo diz que, embora o salário inicial não seja muito alto e as regras primem pela rigidez, há boas e rápidas oportunidades de promoção. "É preciso assinar um contrato de trabalho de dois anos. Eles pagam a passagem de ida e de volta ao Brasil depois de dois anos e, em seguida, uma vez por ano. Mas se o contrato é quebrado o funcionário tem de reembolsar as passagens. Além disso, perde o visto de permanência no país. O mesmo acontece se ele for trabalhar embriagado ou drogado", enumera. As exigências dos contratadores incluem cláusulas escandalosamente discriminatórias. "O homossexualismo fere a legislação local. Recentemente, dois gays que estavam namorando na praia foram presos e deportados", diz Toledo. É proibido contratar judeus (que também não se candidatam a morar num país árabe) porque, na convoluta explicação de Toledo, "os Emirados não têm relações diplomáticas com Israel". Negros também não são bem-vindos – "Eles já contratam muita gente da África e Índia e gostam de diversificar o leque de nacionalidades e aparências", escorrega Toledo.
Apesar da longa lista de exigências e proibições, o paulistano Alex Cale, 30, há dois anos gerente do único restaurante brasileiro nos Emirados, a churrascaria Chamas, em Abu Dhabi, tem boas impressões. "A violência é zero. No calor, quando os termômetros chegam a 50 graus, ligo o ar-condicionado do carro e o deixo destrancado, gelando, por uns dez minutos. Quando volto, ninguém tocou em nada", conta. Cale mora num apartamento de 65 metros quadrados com mulher e filha, oferecido pela churrascaria, e em breve o patrão começará a pagar a escola da menina. "Os costumes são severos, mas é só usar o bom senso e respeitá-los que dá para viver muito bem aqui", afirma. Em Dubai há quatro meses, o segurança de boate Vinicius Zonaro, de Jundiaí, no interior de São Paulo, ainda se espanta com as contradições: "Não se pode beber na rua, mas nos hotéis os turistas enchem a cara. Não se pode namorar, mas as boates estão todas lotadas de prostitutas, principalmente russas". A recepcionista Bruna Miranda, 26, que saiu de São José do Rio Preto, em São Paulo, há um ano para trabalhar em um hotel em Dubai, tem visão mais pragmática da situação. "O governo está investindo tudo em turismo. Então, eles fecham os olhos para o que os visitantes fazem. Aqui, tudo não pode, mas tudo termina podendo. E em excesso. Como, aliás, tudo em Dubai", diz Bruna. No próximo mês, uma rede de hotéis mandará representante ao Brasil para selecionar funcionários para um total de 400 vagas. Por enquanto, há cinquenta interessados.
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